Lab2013.USP
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CTR/CAC-ECA-USP
​Câmera zenital

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CTR/CAC-ECA-USP
Câmera zenital

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Bruna Vallim

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Bruna Vallim

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Hannah Matsuo Souza

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Artur Abe

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini

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Fotografia Ana Laura Leardini

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Fellipe Soares, Camila Florio, Conrado Dess

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Bruno Lotelli e Luiza Strauss

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Fellipe Soares

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: João Victor, Bruno Lotelli, Caio Guedes

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CTR/CAC-ECA-USP
câmera zenital
em cena: Olívia teixeira

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Olívia teixeira

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Olívia teixeira

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CTR/CAC-ECA-USP
câmera zenital
em cena: Olívia teixeira

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CTR/CAC-ECA-USP
câmera zenital
em cena: Olívia teixeira

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CTR/CAC-ECA-USP
Fotografia Ana Laura Leardini
em cena: Felipe Boquimpani entre outros

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CTR/CAC-ECA-USP

Fotografia Ana Laura Leardini

em cena: Artur Abe, Fellipe Soares, Conrado Dess, Caio Guedes

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Fotografia Ana Laura Leardini

em cena: Vera hamburger, Bruna Vallim e Gabi Torrezani

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Fotografia Ana Laura Leardini

em cena: Bruna Vallim e Gabi Torrezani

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Fotografia Ana Laura Leardini

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lab 1 - 2016

Lab 2016.1SP

O Laboratório Interdisciplinar Fronteiras Permeáveis: LAB2016.1SP aconteceu entre os dias 11 e 22 de abril, em São Paulo. 

Idealizado e conduzido por Vera Hamburger, tem como objetivo investigar o espaço da cena como linguagem e explorar os mecanismos de criação e percepção do espetáculo contemporâneo, seja ele performativo, cênico, visual ou audiovisual.

Podem inscrever-se estudantes, pesquisadores e atuantes nas artes visuais, cênicas, corporais, audiovisuais, arquitetônicas, e interessados. São selecionados 20 participantes através de currículo e carta de intenção. As inscrições são gratuitas..

Nesta edição, contamos com a presença de artistas residentes convidados. A diretora e iluminadora Cibele Forjaz e o músico e compositor Dudu Tsuda participarão dos jogos de estúdio, atuando junto aos participantes, em improviso. Já a fotógrafa Ana Laura Leardini e a editora Manoela Cardoso foram responsáveis pela documentação foto e videográfica da experiência, a ser apresentada no debate final.

A experiência realizada por três módulos complementares, em doze dias de imersão consecutivos, ocuparemos dois locais da cidade de São Paulo: o Centro Compartilhado de Criação, na Barra Funda, onde aconteceu o módulo I e a Vila Itororó-canteiro de obras, na Bela Vista, onde aconteceu os módulos II, III e o debate final.

Módulo 1
Da experiência à forma

Em ambiente neutro, materiais de uso cotidiano serão disponibilizados aos participantes para a fabricação do lugar, assim como recursos de iluminação, sonorização e equipamentos de captação e projeção da imagem. As experimentações intercalam a construção a ensaios cênicos.

A base do trabalho é a improvisação. A cada exercício elementos essenciais do desenho do espaço serão o ponto de partida para o desenvolvimento de uma instalação, no qual os participantes revezam-se nas posições de construtores, iluminadores, sonoplastas, atuantes e espectadores.

Livre de pressupostos narrativos, o praticante constrói e ilumina; experimenta e observa; cria o movimento e gesto; relaciona-se com o parceiro. Na escala do corpo, sob os efeitos da luz e som, com o uso mínimo da palavra, materiais e equipamentos serão manipulados e articulados pelo coletivo na construção e ocupação do lugar 

Como introdução ao trabalho, a sequência de sessões de atelier é formada por cinco encontros, aos quais o participante que deve comparecer com roupa adequada ao exercício corporal, inclusive de chão.

da experiência a forma 11

da experiência a forma 11

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da experiência a forma 10

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da experiência a forma 9

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da experiência a forma 8

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da experiência a forma 7

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da experiência a forma 6

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da experiência a forma 5

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da experiência a forma 3

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da experiência a forma 2

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da experiência a forma 1

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Módulo 2
Da arquitetura ao personagem

Retirado da situação de isolamento proposto no módulo anterior, o participante é convidado a comparecer como visitante-pesquisador a local público, reconhecendo-se como parte integrante do universo particular do lugar e da cidade em que vive.

Depois da abstração, a realidade; depois do isolamento, a convivência junto aos elementos conformativos presentes na matéria do cotidiano; depois do grupo constituído como tal, o contato junto aos habitantes de um território específico, uma comunidade.

O espaço público entrelaça-se ao universo particular do habitante/usuário do lugar em meio real. A narrativa torna-se presente através desta convivência. O espaço se revela pela presença daquele que o reformula a cada dia.

Nesta edição, o objeto de estudo foi o monumento que se procura enquanto tal: a Vila Itororó, no bairro da Bela Vista. Em exame a arquitetura-ícone e a comunidade formada em seu entorno. Em uma capital que se renova a cada minuto, baseada na destruição do que já foi, o dia a dia na vida de um bairro tradicional será o mote da investigação do coletivo nesta segunda fase.

Em quatro sessões de imersão, o coletivo dividido em pequenos grupos para o estudo de diferentes lugares que ladeam o conjunto da Vila Itororó. A convivência é a linha condutora do trabalho estudado pelo participante por meio de desenhos, fotografias, vídeos, registros sonoros e /ou escritos.

Módulo 3
Direção de arte, um conceito em prática

A reflexão conceitual finaliza a experiência. Durante os debates,  o participante reconhece impressões vislumbradas pela experiência, reavalia considerações conceituais precedentes, encontra assim níveis de percepção e repertório artístico, estético e ético renovados. O ciclo se fecha.

módulo 3

rio branco

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módulo 3

rio branco

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Videografia

Durante todo o processo de trabalho, a experiência foi documentada como parte da pesquisa em processo. Por residência, Ana Laura Leardini e Manoela Cardoso dividiram as câmeras de vídeo e foto, material que Manoela irá editar, como documento desta realização.

O resultado deste trabalho foi apresentado em sessão aberta para debate sobre a experiência completa. Os residentes e participantes foram nossos convidados no evento. Além deles, o galpão da Vila Itororó-canteiro esteve aberto para todos os interessados nesta discussão.

Ficha técnica

Direção geral e condução da experiência
Vera Hamburger

Direção executiva
Julia Ribeiro

Assistente de cenografia
Raquel Pavanelli

Assistente de comunicação e mídias sociais
Gabriela Costa

Design
Darkon V Roque 2+2 Design

Desenvolvimento do sistema
André Wigman
Fernando Bizarri

Técnico de luz
Felipe Boquimpani

Artistas Residentes

Cibele Forjaz
Diretora e iluminadora teatral. Em 30 anos de teatro profissional, participou ativamente de três coletivos de teatro: A Barca de Dionísos (1985-1991); Teatro Oficina Uzyna Uzona (1992-2001) e Cia.Livre (onde é diretora artística, desde 1999). É bacharel em Artes Cênicas com Habilitação em Direção Teatral (ECA/USP 1985-1989). Pós graduada em Artes Cênicas pelo PPGAC da Universidade de São Paulo (Mestrado 2006-2008 e Doutorado 2009-2013). Docente e Pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, desde 2006. Reúne premiações como Prêmio Mambembe, APCA, Qualidade Brasil e Shell, além do Prêmio Governador de Estado 2015.

Dudu Tsuda
Artista sonoro, artista multimídia, músico, compositor, performer, DJ, produtor musical e jornalista. É mestre pelo programa de Tecnologia de Inteligência e Design Digital pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e graduado em Comunicação em Multimeios pela mesma instituição. Figura importante na cena musical independente paulistana, atualmente integra a banda Jumbo Elektro. Também faz parte da Companhia de Dança Contemporânea Núcleo Artérias e realiza trilhas sonoras originais para espetáculos, instalações, videoarte e cinema, em instituições como Itaú Cultural, Bienal de São Paulo, Espaço Oca, SESC São Paulo, SESI São Paulo, Fundação TV Cultura e Conselho Britânico.

Manoela Cardoso
Atua como videomaker, fotógrafa e montadora. Estudou cinema na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Iniciou seu trabalho como  fotógrafa no longa metragem ‘Dromomanos’,  do diretor argentino Luiz Ortega. Em 2015 realizou os documentários dos processos artísticos da residência e laboratório em arte e tecnologia Rural Scapes; atuou como artista visual na performance ‘Uma Faca Só Lâmina’ do coletivo PAY, residente na Casa das Caldeiras; dirigiu o video-dança ‘Corpo Habitado’ e fez direção de fotografia no documentário ‘Corpo Manifesto’ de Carol Araújo e Andara Filmes. Foi também diretora de fotografia e operadora de câmera nos capítulos ‘Feira da Rua Coimbra’, ‘Ateliê Azu’ e ‘Ilú Obá de Min’ da série Rua, direção de Tata Amaral para Secretaria de Direitos Humanos de São Paulo. É editora dos filmes que compõe o projeto Fronteiras Permeáveis de Vera Hamburger.

Ana Laura Leardini
Assistente de câmera e video-maker desde 2012, trabalha com filmes publicitários e conteúdos para internet. É formanda pelo Curso Superior do Audiovisual da ECA USP (2011-2016). Durante a graduação, produziu o curta-metragem Herói (2015), filme ganhador do prêmio de melhor atriz em curta-metragem no Festival de Gramado 2015. Foi a diretora de imagem e câmera do Laboratório Interdisciplinar Fronteiras Permeáveis, de Vera Hamburger, realizado na ECA-USP em 2013. Atualmente finaliza três curtas metragens fotografados em 2015.